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Filme premiado por sua Direção de Arte utilizou o…
Sombras da Mente
Curta-metragem “Sombras da Mente” conquistou dois prêmios no Festival Internacional de Cinema da Fronteira e transformou os ambientes históricos do Café Mal Assombrado em parte fundamental de sua atmosfera
Entre corredores escuros, memórias fragmentadas e a tênue fronteira entre realidade e imaginação, o curta-metragem Sombras da Mente vem conquistando espaço entre os apreciadores do suspense psicológico. A obra, dirigida por Henrique Guimarães, também possui uma ligação especial com o Café Mal Assombrado POA, espaço que se tornou palco para encontros, exibições e conversas sobre cinema, mistério e cultura.
O suspense psicológico que encontrou abrigo no Café Mal Assombrado POA
Entre luzes baixas, móveis antigos, objetos de época e a atmosfera singular que caracteriza o Café Mal Assombrado POA, nasceu parte da identidade visual de Sombras da Mente, curta-metragem de suspense psicológico que recebeu reconhecimento no circuito de festivais e conquistou importantes premiações no Rio Grande do Sul.

O filme foi premiado no XV Festival Internacional de Cinema da Fronteira, um dos mais importantes eventos audiovisuais da região sul do país. Na Mostra Regional de Curtas-Metragens, a produção recebeu os prêmios de Melhor Atuação para Marina Greve e Melhor Direção de Arte para Geórgia Flores.
Quando o cenário se torna personagem
Mais do que servir como locação, o Café Mal Assombrado POA contribuiu para a construção visual da obra. O espaço foi utilizado preservando sua ambientação original, sem a necessidade de grandes intervenções cenográficas.
A combinação entre arquitetura histórica, decoração inspirada em diferentes períodos do passado, iluminação intimista e objetos que carregam memórias ajudou a criar a atmosfera de inquietação que permeia toda a narrativa.
O reconhecimento da Direção de Arte no Festival da Fronteira demonstra justamente a importância desses elementos na construção do universo visual do filme.

Uma história entre memória e imaginação
A trama acompanha Lúcia, uma atriz que decide passar uma noite em uma antiga mansão para mergulhar profundamente na construção de uma personagem. Aos poucos, a experiência se transforma em uma jornada perturbadora onde realidade, lembranças e percepções começam a se misturar.
O resultado é um suspense psicológico que evita fórmulas fáceis e aposta na atmosfera, na sugestão e na construção emocional do medo.
O reconhecimento do Festival da Fronteira
Segundo a lista oficial de premiados do XV Festival Internacional de Cinema da Fronteira, Sombras da Mente recebeu dois dos principais reconhecimentos da Mostra Regional.
A premiação evidencia o cuidado artístico empregado na produção e reforça a importância dos elementos visuais que ajudaram a construir sua identidade.

O Café Mal Assombrado na tela
Quem conhece o Café Mal Assombrado POA reconhece imediatamente a personalidade do espaço. O que os jurados do festival premiaram como Direção de Arte não nasceu apenas de cenários montados em estúdio. Parte dessa atmosfera já existia ali, incorporada ao ambiente em sua forma original.
Talvez por isso o filme tenha encontrado no Café Mal Assombrado um cenário tão natural para sua narrativa. Em Sombras da Mente, os espaços não servem apenas de pano de fundo. Eles participam da história, influenciam as emoções e ampliam a sensação de que existe algo escondido logo além do que conseguimos enxergar.

Ficha da Premiação
🏆 XV Festival Internacional de Cinema da Fronteira
🏆 Melhor Atuação
Marina Greve por Sombras da Mente
🏆 Melhor Direção de Arte
Geórgia Flores por Sombras da Mente
Ficha técnica:
Título: Sombras da Mente
Direção: Henrique Guimarães
Gênero: Suspense psicológico
Local de exibição em Porto Alegre: Cineteatro dos Vampiros e eventos culturais ligados ao Café Mal Assombrado POA
Temas centrais: Memória, identidade, percepção, medo e realidade
Você já assistiu ao filme? Compartilhe sua interpretação. Afinal, a pergunta que permanece após os créditos é simples e perturbadora ao mesmo tempo. Os maiores assombros estão nos lugares que habitamos ou dentro de nós mesmos?









